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quinta-feira, 21 de março de 2013

Jogos Olímpicos... Such a ________ experience!!!!!

Eu já participei de dois Jogos Olímpicos: Beijing 2008 e London 2012! E a pergunta que me faço até hoje é: "Por que eu nunca eu tinha ido antes?"

A viagem para Pequim aconteceu graças a um empurrãozinho de uma amiga. Cecília, uma fisioterapeuta que trabalhou comigo no Sarah Macapá e é apaixonada por esportes, fez o convite e praticamente comprou minhas passagens e reservou meu hotel!

Para Londres, foi uma preparação muito maior, com "reserva" de férias antecipada em 4 anos. Ou seja, ao chegar de Pequim comuniquei ao meu chefe minha intenção de participar em 2012. E deu certo! Fui na terra da rainha e acompanhei os Jogos Olímpicos na companhia de Wenlock e Mandeville!
Confesso que na China vivi os 30 melhores dias da minha vida. Muita coisa totalmente diferente e muita emoção. Encontrei e conheci pessoas sensacionais, das quais algumas tornaram-se grandes amigos do coração. Em Londres, o melhor foi o reencontro: com as pessoas, com as emoções, com o esporte... além de poder curtir os Jogos com meu irmão Fernando!
Jogos Olímpicos é a celebração mundial máxima do esporte de altíssimo nível. Contudo creio que seja também o evento de celebração da humanidade, com a presença de diversos povos de todas as tribos, línguas e nações... Não é mesmo somente a vibração e a celebração pelo esporte. Compartilhar e se divertir com o ser humano. Fazer amigos, falar em línguas, ou não falar e ainda assim conseguir rir e brincar. Conhecer culturas e formas de encarar a vida, as coisas. Esse mural abaixo traz fotos de Beijing-2008 e vejam bem que pouco tem de esporte propriamente dito. Jogos Olímpicos é muito além de esporte!
Quem já me leu por aqui ou me conhece pessoalmente sabe da minha paixão pelo esporte. E viver a experiência de presenciar os melhores atletas do mundo representando seus países e buscando alcançar o máximo de desempenho na sua modalidade é algo fantástico, sem palavras! Presenciar recordes, vitórias, superação, medalhas, pódios e hinos, se for brasileiro então...
Mas também, compartilhar essas emoções com amigos ou mesmo com desconhecidos torna a experiência olímpica muito mais real e concreta. Lembro que em Pequim eu me vi torcendo loucamente pela seleção holandesa de pólo aquático junto com outros holandeses que pouco conseguíamos nos comunicar. Ou de quando vibrei como gol do meu time quando um húngaro (ou algo do gênero) bateu um recorde mundial no arremesso de peso.

E não foi nada diferente em Londres. Viver com o povo londrino, indiano, os chineses de novo, os brasileiros e muito mais! Seja na abertura no Hyde Park ou nos intervalos de eventos dentro do Olympic Park foram experiências humanas demais! E não somente pelas pessoas também, mas o lugar, o clima e os efeitos especiais!
Em Pequim passei por uma situação bem diferente. Estava sozinho numa partida de basquete feminino do Brasil e a cada ponto eu vibrava, como bom brasileiro! Em todos os ginásios chineses, tinha algo próximo de "cheerleaders" responsáveis por fazer a torcida torcer, seja com músicas, gestos ou sei lá o quê... Diante do meu entusiasmo no meio de muitos chineses na minha arquibancada, uma das cheerleaders veio me convidar para fazer a animação da torcida. Hesitei, mas logo topei e em pouco tempo estava ensinando os chineses a cantar: LeIêô, Brasil! A gente dava muita risada e todos parecíamos velhos amigos celebrando em uma partida de basquete em que o placar pouco importou! Mas a festa, aaahhh, essa valeu!
Eu acredito que ter experimentado dias olímpicos, e tê-los vivido com intensidade acrescentou ainda muito mais na minha paixão e no meu interesse pelo esporte. Não entendo como alguém pode hoje viver sem demonstrar um mínimo gosto por praticar esporte, nem que seja por acompanhar esportes...

Os próximos Jogos Olímpicos serão em nosso país, mas somente em 2016! Fiquei me perguntando enquanto redigia se seria possível novamente sentir o espírito olímpico enquanto aguardamos os Jogos. E descobri que, em uma escala menor, eu tenho buscado isso quando leio sobre esporte, quando ligo a TV e assisto a uma programação esportiva de qualidade e muito mais ainda quando vou até um ginásio ver o time de basquete de Brasília, ou acompanhar os treinos da seleção brasileira de natação em Brasília...

Sei que muitos eventos estão acontecendo como preparação para os Jogos Olímpicos. E são eventos de qualidade em diversas cidades do Brasil. Além dos campeonatos nacionais de basquete, voleibol e outras modalidades... Enquanto escrevo sei que está acontecendo no Rio de Janeiro a Copa do Mundo de Pentatlo Moderno, com os melhores do mundo competindo em nosso território.

A minha intenção é propagar o esporte, tentar difundir que cada vez mais as pessoas pratiquem uma vida saudável através da atividade física, buscar contribuir para que também tenham acesso a informação esportiva e até incentivar que as vocês acompanhem na televisão e principalmente estejam presentes nos estádios e ginásios.

Sentir e buscar esse espírito olímpico, depende também de cada um de nós.
Eu creio que seja possível.

E agora, você completa a lacuna do título...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Jambo Rosa e Novas Tecnologias

Ontem estive com meu vô Silas e minha vó Normina na chácara. Sempre é muito bom ir pra lá. Uma comida sensacional, um carinho de vó bem gostoso e um clima pra lá de especial pra dar aquela cochilada depois do almoço... Fora o cafezinho e as guloseimas todas.

Mas ontem dois fatos me chamaram a atenção:

Fato 1: Meu avô é um pastor presbiteriano, com mais 60 anos exercendo essa missão e profissão. Um homem que criou os filhos (dele e dos outros) dentro da Igreja, nos caminhos do Senhor. E por esse motivo ele e minha vó passavam mais tempo dentro da igreja do que em casa... Como estão morando na chácara, fazem alguns anos que deixaram de frequentar a igreja local de forma regular. Mas....

Fato 2: A comida da minha vó não tem igual. O Tutu que ela prepara, o pé-de-moleque, a cocada, o bolo de cenoura com cobertura de chocolate, o pão de queijo, a geléia de jabuticaba e diversos outros tipos de doce. Desculpa, mas é covardia contra a concorrência. Ontem após o almoço ela trouxe um doce diferente. Enquanto a gente provava e se deliciava ela foi explicar que doce era. "Jambrosa é o nome. Tem um monte na chácara que a gente quase perde... Eu nunca soube pra que servia essa fruta e dava sempre pras vacas!" Até que...

A continuação das duas histórias tem um aspecto em comum.

Meus avós têm 87 e 84 anos de idade. A solução para meu avô continuar participando das atividades da igreja tem sido acompanhar os cultos online lá da Igreja. Meu tio normalmente deixa tudo pronto e ele só liga o computador. Ontem o sistema de transmissão tinha dado problema e provavelmente eles não poderiam acompanhar o culto. Entretanto, o velhinho não está brincando em serviço não. Ele aprendeu a procurar outros cultos online... E foi assim que ele contou que participou de outro culto, de outra igreja. Confesso que fiquei imaginando a cena dele digitando no google "culto online" e procurando.
Quanto à sobremesa da minha vó, ela terminou contando como descobriu que dava pra fazer doce daquela fruta "desconhecida". Primeiro que eu nunca imaginei que minha vó não conhecia qualquer fruta do mundo! Ela é expert nesse assunto! Mas para fazer o doce, ela buscou ajuda de uma tia para pesquisar na "internet" uma receita. ããã? Como assim? Minha vó tá fazendo receita de doce da internet??? Confesso que fiquei muito espantado com essa situação e nem sei se o doce estava tão bom assim depois que descobri a fórmula secreta do doce de "jambrosa".
Quando meus avós cresceram e aprenderam sobre a vida não existia nada nem parecido com internet. Quer dizer, parece que rolavam altos "chats" nas pracinhas e varandas. Mas era só isso!

Mas vem cá! O que tudo isso tem de relação com esporte para eu gastar tanto tempo aqui?

Semana passada foi anunciado pela FIFA que, na Copa das Confederações em 2013 e na Copa do Mundo de 2014, poderá acontecer a maior inovação do mundo futebolístico depois que a bola de couro foi substituída por material sintético.
A entidade máxima do futebol autorizou o uso de chip dentro da bola para confirmar a marcação de um gol, ou não, nos casos em que os árbritos, os bandeirinhas e os auxiliares de linha de fundo (ufa!) não tenham percebido o que de fato aconteceu. O sistema é simples, com um chip na bola, sensores nas traves e um receptor de sinal com o árbitro.
Todavia qualquer inovação no futebol encontra forte resistência não somente por parte dos dirigentes mas até mesmo de jogadores, técnicos, jornalistas e torcedores. Muitos afirmam que a pureza do futebol pode estar se esvaindo pela linha de fundo... Outros tantos, entretanto, defendem com veemência a inclusão de outras tecnologias como o uso de vídeo, replay e tira-teima em determinadas situações.

Na história do futebol muita coisa aconteceu que foi determinante para várias modificações, culminando nessa liberação da bola inteligente. Quantas injustiças foram assinaladas. Quanto choro, quanto assunto em rodas de bate-papo esportivo! Os ingleses sabem bem disso...
Minha opinião sobre o assunto?

Confesso que continuar comendo o doce de leite e o pé-de-moleque da minha vó me satisfariam bastante! Mas não ter provado do doce de jambrosa certamente faria falta.

Obrigado tecnologia! E que venham novas mudanças...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A Poesia do Futebol... Mas não é sobre Futebol!



Pode parecer estranho iniciar meu post com uma foto do Maracanã em festa justamente na semana em que o Sport Club Corinthians Paulista conquistou, com grandes méritos e pela primeira vez a Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Deixo meus sinceros parabéns para o Timão! E para toda a nação corintiana (que vontade de escrever "nassão curintiana, meu!" mas não vou entrar na provocação), especialmente para meus primos e amigos queridos.

Como já abordei anteriormente, esse é um espaço democrático e que, apesar de torcer apaixonadamente pelo campeoníssimo brasileiro, não cabe transformarmos esse fórum num local de debate clubístico sobre futebol. Podemos fazer isso em outras esferas.

Então basta de futebol por hoje...

Quero apresentar-lhes um texto que produzi em meados de 2008, quando, apesar de ser brasiliense e já saber que corria em mim sangue carioca, pude viver de forma intensa e repetidas vezes o ritual de ir ao Maracanã.

Eu queria também falar que, cada vez que releio o texto, o coração acelera, as fortes emoções retornam... mas seria super clichê e talvez a leitura não te cause a mesma sensação, o que tornariam piegas essas linhas. Com vocês:

Início de tarde de um domingo de sol no Rio de Janeiro. Já fomos à praia em Ipanema, mas nem voltamos para casa. Um banho de mar e um galeto na esquina, qualquer esquina. De lá, direto para o metrô em Copacabana.

E se antes só percebíamos burburinhos na rua, na praia e algumas camisas isoladas, ao entrar na estação do metrô a sonoridade de alguns cantos e urros ecoando nas paredes frias nos relembravam o calor das grandes paixões.

Esse calor pode ser percebido não apenas em razão dos 40°C carioca, mas pelos 40 cariocas no metro quadrado apertando-se dentro do metrô. E não apenas se apertando, mas compartilhando seu amor, seu suor... Gritando e transpirando, com sua camisa favorita colada ao peito.

Estamos nos dirigindo ao Estádio Mário Filho, mundialmente conhecido por Maracanã, para assistir a uma partida de futebol.

Mas que poder move esse aglomerado de homens? Certamente que eles são a imensa maioria, mas porque não dizer também essa massa de mulheres? Quem trocaria o frescor das águas geladas e o delicioso mate gelado nas areias da praia de Ipanema por acotovelar-se em meio a brados de guerra?

Decidi então me afastar e manter-me como espectador privilegiado, não do clássico, mas das multidões. E por alguns instantes certo pavor tomou conta de mim, vindo pensamentos de que em poucos segundos explodiriam todos ali em êxtase e em rompantes incontroláveis de prazer ou loucura. Mas percebi que o movimento desorganizado conseguia manter-se com certa lógica e harmonia.

Ainda dentro da estação do metrô, sem que a partida estivesse iniciada, e para falar a verdade, no mínimo três horas antes dela, torcedores gritavam e cantavam seus hinos a plenos pulmões. Um gasto de energia e uma desinibição como não se vêem em óperas ou teatros da cidade.


Como espectador, miro os torcedores mais próximos de mim e tento imaginá-los com ternos e gravatas, jalecos, em seus consultórios...

Olho à minha direita e vejo um casal, quem sabe um psiquiatra (que na sexta-feira mesmo receitou tranqüilizantes para o jovem que não conseguia concentrar-se nos estudos e tinha insônia durante a madrugada agitado pensando nas tarefas do dia) e uma enfermeira (que no plantão noturno andava a passos silenciosos e acordava com sussurros seus pacientes para medicá-los e medir a pressão). Ambos com olhos esbugalhados, batimentos acima de 90% da freqüência cardíaca máxima, conversando através de frases desconexas e entremeadas com números e o nome de seu time, inquietos sem fixar o olhar e os pés em um só lugar. Talvez o tranqüilizante lhe coubesse agora, e a pressão da enfermeira alertaria o serviço de emergência do hospital em que ela trabalha. Mas isso lhes dá prazer... Não trocariam por nada. E vejam bem: ainda estão dentro do metrô.

Desembarcamos ainda aos empurrões e levados pela multidão praticamente paramos diante dos portões do maior estádio do mundo. Ecoam cantos e coros. Tremulam bandeiras. Ainda como espectador, faço um exercício de imaginar o que poderiam estar esperando dentro desses portões: talvez uma cartela premiada da loteria para cada um? Ou um carro 0km? Poderia ser ainda a esposa ou o marido perfeito! Um mago revelando o segredo da felicidade eterna...

Mas não! O que os espera são 22 jogadores, fantasiados com roupas coloridas e listradas. 03 indivíduos totalmente de preto (macabro não?). E uma bola... Coitada, só para ser chutada.

Essa empolgação dura por 90 minutos. Gritos, choros, provocações. Homens e mulheres que durante a semana se disfarçam de pessoas contidas, tímidas e pacatas transformam-se em cantores, guerreiros, atletas que ensandecidos emitem todos os tipos de sons e pulam das mais variadas formas.

E em segundos vão da extrema alegria à profunda angústia, e ainda assim se recuperam com o fato de um chute da bola na trave adversária.

Ao final, parece que o movimento se acalma, e então percebo que, na verdade, somente metade das pessoas arrasta-se cabisbaixa de volta aos seus habitat, todo o resto, como veio volta...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Um post sobre futebol (mas não tenha preconceito)


Nas últimas duas semanas tivemos dois acontecimentos do esporte brasileiro:


1) Em 23/11/12 foi realizada a rodada de abertura da Superliga de Volei masculino e feminino 2012/2013.

2) Uma semana depois, em 02/12/12 ocorreu a rodada de encerramento do Campeonato Brasileiro de Futebol 2012.


Quem me conhece um pouco sabe da minha paixão por futebol e muito mais ainda pelo atual campeão brasileiro, nosso querido Fluminense. Mas não quero falar sobre o Flu! 

Gostaria de refletir um pouco sobre os caminhos do esporte coletivo dito bretão, talvez o mais visto e praticado no mundo ocidental (porque concorrer com o badminton dos orientais é até mesmo covardia). Certamente não iremos percorrer todo esse caminho hoje, mas dar alguns passos já pode ser bem importante e prazeroso.

O Campeonato Brasileiro de futebol é um dos mais disputados do mundo, com 20 equipes de alta qualidade, grandes jogadores reconhecidos internacionalmente, times realizando viagens continentais em um curto período de tempo e um sistema de pontos corridos que torna cada rodada uma grande final.

Ao final do torneio, foram aproximadamente...



Nada disso, foram quase 35.000
minutos de futebol!

Ou seja, tanto tempo do melhor futebol do mundo tinha tudo para ser extremamente motivante (veja que eu não digo apaixonante). Entretanto, ver um jogo de futebol nos dias de hoje vem se tornando uma tarefa das mais difíceis. Se nao fossem as narrações apaixonantes de Galvão Bueno e os comentários assertivos e educativos de Casagrande e Arnaldo, creio que não haveria mais público televisivo para o esporte. Ok, fui irônico!

O que temos visto são 90 minutos de jogo, um intervalo apenas, intermináveis minutos de acréscimo e a bola rolando de pé em pé no meio do campo sem oferecer perigo à meta adversária, quase sem emoção a maior parte do tempo...




Acho que agora até você deu uma bocejada (isso que é blog interativo!!!).


Então vou parar de tagarelar um pouco, dar uma pausa e deixar um vídeo dos melhores momentos de uma das melhores partidas do campeonato brasileiro deste ano. Um pouco mais de 4 minutos do melhor visto em 90 minutos de jogo.


Espero que tenham gostado (por motivos pessoais não curti muito). Numa breve análise, se considerarmos que cada jogada foi reprisada uma vez, podemos diminuir o tempo pela metade, o que reduz 90 minutos de futebol em singelos 2 minutos de bom futebol. E todo o resto?

Mas sem muito me aprofundar, considero que seja interessante meu leitor curtir um outro vídeo, mais ou menos com o mesmo tempo de duração do anterior. Esse vídeo apresenta  alguns lances de um dos jogos da rodada de abertura da Superliga Feminina de Vôlei, entre duas das maiores equipes de vôlei feminino do Brasil, com dois grandes técnicos e excelentes jogadoras medalhistas olímpicas.


O objetivo do voleibol é marcar pontos para ganhar sets e ganha a partida quem fizer 3 sets, enquanto o do futebol é fazer gols e ganha a partida quem fizer mais gols.

No primeiro vídeo foram mostrados somente 5 gols. Todos os lances capitais do jogo.

No segundo também foram mostrados somente 5 pontos que foram decisivos de cada set, mas que representam somente 20% dos pontos necessários para uma das equipes conquistar um set.

Sinceramente eu acredito que você já entendeu.

Por hoje encerro aqui, mas prometo que retorno nesse assunto pra conversarmos mais sobre o futuro do futebol, o passado e o presente de outras modalidades esportivas e, principalmente, como essas questões podem ser abordadas em aulas de educação física para todos.

Vou ali assistir a um jogo de...