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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Jambo Rosa e Novas Tecnologias

Ontem estive com meu vô Silas e minha vó Normina na chácara. Sempre é muito bom ir pra lá. Uma comida sensacional, um carinho de vó bem gostoso e um clima pra lá de especial pra dar aquela cochilada depois do almoço... Fora o cafezinho e as guloseimas todas.

Mas ontem dois fatos me chamaram a atenção:

Fato 1: Meu avô é um pastor presbiteriano, com mais 60 anos exercendo essa missão e profissão. Um homem que criou os filhos (dele e dos outros) dentro da Igreja, nos caminhos do Senhor. E por esse motivo ele e minha vó passavam mais tempo dentro da igreja do que em casa... Como estão morando na chácara, fazem alguns anos que deixaram de frequentar a igreja local de forma regular. Mas....

Fato 2: A comida da minha vó não tem igual. O Tutu que ela prepara, o pé-de-moleque, a cocada, o bolo de cenoura com cobertura de chocolate, o pão de queijo, a geléia de jabuticaba e diversos outros tipos de doce. Desculpa, mas é covardia contra a concorrência. Ontem após o almoço ela trouxe um doce diferente. Enquanto a gente provava e se deliciava ela foi explicar que doce era. "Jambrosa é o nome. Tem um monte na chácara que a gente quase perde... Eu nunca soube pra que servia essa fruta e dava sempre pras vacas!" Até que...

A continuação das duas histórias tem um aspecto em comum.

Meus avós têm 87 e 84 anos de idade. A solução para meu avô continuar participando das atividades da igreja tem sido acompanhar os cultos online lá da Igreja. Meu tio normalmente deixa tudo pronto e ele só liga o computador. Ontem o sistema de transmissão tinha dado problema e provavelmente eles não poderiam acompanhar o culto. Entretanto, o velhinho não está brincando em serviço não. Ele aprendeu a procurar outros cultos online... E foi assim que ele contou que participou de outro culto, de outra igreja. Confesso que fiquei imaginando a cena dele digitando no google "culto online" e procurando.
Quanto à sobremesa da minha vó, ela terminou contando como descobriu que dava pra fazer doce daquela fruta "desconhecida". Primeiro que eu nunca imaginei que minha vó não conhecia qualquer fruta do mundo! Ela é expert nesse assunto! Mas para fazer o doce, ela buscou ajuda de uma tia para pesquisar na "internet" uma receita. ããã? Como assim? Minha vó tá fazendo receita de doce da internet??? Confesso que fiquei muito espantado com essa situação e nem sei se o doce estava tão bom assim depois que descobri a fórmula secreta do doce de "jambrosa".
Quando meus avós cresceram e aprenderam sobre a vida não existia nada nem parecido com internet. Quer dizer, parece que rolavam altos "chats" nas pracinhas e varandas. Mas era só isso!

Mas vem cá! O que tudo isso tem de relação com esporte para eu gastar tanto tempo aqui?

Semana passada foi anunciado pela FIFA que, na Copa das Confederações em 2013 e na Copa do Mundo de 2014, poderá acontecer a maior inovação do mundo futebolístico depois que a bola de couro foi substituída por material sintético.
A entidade máxima do futebol autorizou o uso de chip dentro da bola para confirmar a marcação de um gol, ou não, nos casos em que os árbritos, os bandeirinhas e os auxiliares de linha de fundo (ufa!) não tenham percebido o que de fato aconteceu. O sistema é simples, com um chip na bola, sensores nas traves e um receptor de sinal com o árbitro.
Todavia qualquer inovação no futebol encontra forte resistência não somente por parte dos dirigentes mas até mesmo de jogadores, técnicos, jornalistas e torcedores. Muitos afirmam que a pureza do futebol pode estar se esvaindo pela linha de fundo... Outros tantos, entretanto, defendem com veemência a inclusão de outras tecnologias como o uso de vídeo, replay e tira-teima em determinadas situações.

Na história do futebol muita coisa aconteceu que foi determinante para várias modificações, culminando nessa liberação da bola inteligente. Quantas injustiças foram assinaladas. Quanto choro, quanto assunto em rodas de bate-papo esportivo! Os ingleses sabem bem disso...
Minha opinião sobre o assunto?

Confesso que continuar comendo o doce de leite e o pé-de-moleque da minha vó me satisfariam bastante! Mas não ter provado do doce de jambrosa certamente faria falta.

Obrigado tecnologia! E que venham novas mudanças...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Seu MACACO do bARALHO!

México, 1968. O americano Tommie Smith bate o recorde mundial na prova dos 200 metros rasos, seguido em 3º lugar pela seu compatriota John Carlos. Ambos, negros de nascença (como se houvesse outra forma...).

Itália, 2013. O time Pro Patrio, da 4ª divisão do campeonato italiano recebe em sua cidade o poderoso Milan AC para um jogo amistoso. Entre os jogadores do Milan estava o alemão Boateng, negro de berço (como se houvesse outra forma...).

Brasil, 2010. O Palmeiras vence o Atlético-PR pelo placar magro de 1 a 0 em partida válida pela Copa do Brasil, em jogo marcado por embrólio envolvendo o jogador Manoel, do time rubro-negro e negro de nascença (precisa falar de novo?).

Brasil, 2011. Um dos grandes jogos da semi-final de voleibol masculino pela SuperLiga acontece em Minas Gerais entre as equipes Cruzeiro e Volei Futuro. Um jogador que nunca foi negro foi destaque na partida e no noticiário...

No pódio, durante o hino nacional americano, Tommie Smith e John Carlos ergueram o braço com o punho cerrado e uma luva negra na mão. Esse gesto era a saudação "Raised Fist" do Partido Político Pantera Negra que lutava, muitas vezes de forma violenta, a favor dos negros americanos buscando igualdade de condições e a compensação por séculos de exploração.

Na minha opinião, essa pode ser considerado até hoje como uma das grandes expressões esportivas contra o racismo. Atitude que levou à expulsão dos dois atletas daqueles Jogos Olímpicos e ao banimento do esporte.

Revoltante não? A própria organização dos Jogos reprimirem uma manifestação contra o racismo. Claro que há que se considerar que o gesto realizado tinha relação direta com questões político-partidárias, das quais o Movimento Olímpico até hoje busca distanciar-se...

Mas infelizmente esse tema ainda não foi superado. E cada dia nos vemos pasmos diante de notícias constragedoras a respeito do racismo e preconceito.

Um fato chocou o mundo logo no início do ano em jogo amistoso de futebol a equipe do Milan e o desconhecido Pro Patria (da 4ª divisão do Campeonato Italiano). Os torcedores propatrianos cantavam hinos de ofensa racial a Boateng durante boa parte do jogo até que o atleta do Milan irritou-se e interrompeu a partida. Nesse vídeo vemos que toda a equipe do Milan manifestou seu apoio ao jogador e...
O clube Pro Patria recebeu por essa agressão de seus torcedores a severa pena de jogar uma partida do Campeonato Italiano com portões fechados. Talvez seja justamente esse um dos motivos de grande ocorrência desses fatos no país da Esquadra Azurra!

Em abril/11 um outro fato igual mas diferente aconteceu no nosso Brasil. Durante um jogo de voleibol pela SuperLiga, a torcida do Cruzeiro hositlizou o jogador Michael, que já havia se pronunciado quanto à sua homossexualiadade, com o intuito de provocá-lo e tirar sua concentração da partida.
A punição dada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva foi uma multa de R$ 50 mil a ser paga pelo time do Cruzeiro. Essa decisão inédita de condenação de um clube por ato homofóbico talvez tenha prejudicado a equipe do Cruzeiro em valor semelhante ao que deixou de ganhar a equipe Pro Patria na Itália, que não teve renda em uma partida do Campeonato. Muitos consideraram a decisão acertada, mas branda em seu rigor.

Contudo, muito melhor que a decisão do STJD, foi a solidariedade dos atletas que entraram no jogo seguinte vestindo de forma simpática uma camisa rosa, ao mesmo tempo em que sua torcida erguia um bandeirão e agitava balões temáticos.
Certo mesmo é que não podemos tolerar ações semelhantes em qualquer esfera do esporte... da vida! E um bom exemplo de não tolerância aconteceu no caso do atleta Danilo, ex-Palmeiras, que em jogo da Copa do Brasil-2010 irrompeu em fúria e ofendeu o jogador Manoel (do Atlético-PR) alcunhando-o de "Macaco do Baralho", não necessariamente baralho sendo o jogo de cartas...

Na época da agressão, o STJD condenou o jogador a 11 jogos de suspensão e um plus de R$ 6.000,00 em cestas básicas. Essa semana, o Tribunal de Justiça de SP também condenou o atleta, atualmente no time da Udinese na Itália, a pagar R$ 366.000,00 a entidade social, por crime de injúria racial.

Mas será que é tão difícil saber jogar e saber torcer? Será que um dia iremos aprender formas pacíficas de convivência no esporte? E que não sejam tão somente nas campanhas publicitárias, faixas, camisetas e abraços...
A mim me parece descabido qualquer ato de agressão verbal a um atleta (ser humano!) seja em campo ou na arquibancada referente a sua cor, credo, raça ou sei lá o quê!!! E bem acredito que qualquer dos torcedores que gritaram "bicha" para o Michael, ou o próprio Danilo afirmariam em concordância comigo a esse respeito...

Então que estado é esse que o ser humano(?) assume no esporte? O que acontece com a gente quando joga ou torce?

Lembro certa vez de assistir em quadra a um jogo de basquete com um grande amigo, Rodrigo Galego. E de forma característica, no momento dos arremessos de lance livre da equipe adversária, a torcida do time de Brasília pronunciava-se com vaias, xingamentos e barulho. Esse amigo virou e disse que não suportava as pessoas atuando daquela maneira. E completou: "eu quero que eles acertem todas e tenham o melhor desempenho possível. E que mesmo assim o time de Brasília seja superior." Confesso que nunca fui de vaiar times ou jogadores, apesar de já ter feito muito barulho para que o erro do adversário acontecesse, principalmente em jogos do meu time Campeão Brasileiro... Mas aquela fala me deixou pensativo.

Seria mesmo agir de forma errada torcer muito para um jogador errar um penalti, não acertar uma cesta, falhar na saída do bloco de partida ou numa virada na natação? Não creio que seja assim com esse rigor todo. Mas o extremo é bom para nos aproximarmos de uma ponderação e principalmente de uma reflexão.

E reflexão me traz à mente a imagem do espelho!
Um espelho que cada atleta, professor, aluno, técnico, árbitro, juiz, torcedor deve encarar e por fim (ou por início ou por meio) assumir sua condição na vida... no esporte!

"Seu preconceituoso do baralho!!!"

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A Poesia do Futebol... Mas não é sobre Futebol!



Pode parecer estranho iniciar meu post com uma foto do Maracanã em festa justamente na semana em que o Sport Club Corinthians Paulista conquistou, com grandes méritos e pela primeira vez a Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Deixo meus sinceros parabéns para o Timão! E para toda a nação corintiana (que vontade de escrever "nassão curintiana, meu!" mas não vou entrar na provocação), especialmente para meus primos e amigos queridos.

Como já abordei anteriormente, esse é um espaço democrático e que, apesar de torcer apaixonadamente pelo campeoníssimo brasileiro, não cabe transformarmos esse fórum num local de debate clubístico sobre futebol. Podemos fazer isso em outras esferas.

Então basta de futebol por hoje...

Quero apresentar-lhes um texto que produzi em meados de 2008, quando, apesar de ser brasiliense e já saber que corria em mim sangue carioca, pude viver de forma intensa e repetidas vezes o ritual de ir ao Maracanã.

Eu queria também falar que, cada vez que releio o texto, o coração acelera, as fortes emoções retornam... mas seria super clichê e talvez a leitura não te cause a mesma sensação, o que tornariam piegas essas linhas. Com vocês:

Início de tarde de um domingo de sol no Rio de Janeiro. Já fomos à praia em Ipanema, mas nem voltamos para casa. Um banho de mar e um galeto na esquina, qualquer esquina. De lá, direto para o metrô em Copacabana.

E se antes só percebíamos burburinhos na rua, na praia e algumas camisas isoladas, ao entrar na estação do metrô a sonoridade de alguns cantos e urros ecoando nas paredes frias nos relembravam o calor das grandes paixões.

Esse calor pode ser percebido não apenas em razão dos 40°C carioca, mas pelos 40 cariocas no metro quadrado apertando-se dentro do metrô. E não apenas se apertando, mas compartilhando seu amor, seu suor... Gritando e transpirando, com sua camisa favorita colada ao peito.

Estamos nos dirigindo ao Estádio Mário Filho, mundialmente conhecido por Maracanã, para assistir a uma partida de futebol.

Mas que poder move esse aglomerado de homens? Certamente que eles são a imensa maioria, mas porque não dizer também essa massa de mulheres? Quem trocaria o frescor das águas geladas e o delicioso mate gelado nas areias da praia de Ipanema por acotovelar-se em meio a brados de guerra?

Decidi então me afastar e manter-me como espectador privilegiado, não do clássico, mas das multidões. E por alguns instantes certo pavor tomou conta de mim, vindo pensamentos de que em poucos segundos explodiriam todos ali em êxtase e em rompantes incontroláveis de prazer ou loucura. Mas percebi que o movimento desorganizado conseguia manter-se com certa lógica e harmonia.

Ainda dentro da estação do metrô, sem que a partida estivesse iniciada, e para falar a verdade, no mínimo três horas antes dela, torcedores gritavam e cantavam seus hinos a plenos pulmões. Um gasto de energia e uma desinibição como não se vêem em óperas ou teatros da cidade.


Como espectador, miro os torcedores mais próximos de mim e tento imaginá-los com ternos e gravatas, jalecos, em seus consultórios...

Olho à minha direita e vejo um casal, quem sabe um psiquiatra (que na sexta-feira mesmo receitou tranqüilizantes para o jovem que não conseguia concentrar-se nos estudos e tinha insônia durante a madrugada agitado pensando nas tarefas do dia) e uma enfermeira (que no plantão noturno andava a passos silenciosos e acordava com sussurros seus pacientes para medicá-los e medir a pressão). Ambos com olhos esbugalhados, batimentos acima de 90% da freqüência cardíaca máxima, conversando através de frases desconexas e entremeadas com números e o nome de seu time, inquietos sem fixar o olhar e os pés em um só lugar. Talvez o tranqüilizante lhe coubesse agora, e a pressão da enfermeira alertaria o serviço de emergência do hospital em que ela trabalha. Mas isso lhes dá prazer... Não trocariam por nada. E vejam bem: ainda estão dentro do metrô.

Desembarcamos ainda aos empurrões e levados pela multidão praticamente paramos diante dos portões do maior estádio do mundo. Ecoam cantos e coros. Tremulam bandeiras. Ainda como espectador, faço um exercício de imaginar o que poderiam estar esperando dentro desses portões: talvez uma cartela premiada da loteria para cada um? Ou um carro 0km? Poderia ser ainda a esposa ou o marido perfeito! Um mago revelando o segredo da felicidade eterna...

Mas não! O que os espera são 22 jogadores, fantasiados com roupas coloridas e listradas. 03 indivíduos totalmente de preto (macabro não?). E uma bola... Coitada, só para ser chutada.

Essa empolgação dura por 90 minutos. Gritos, choros, provocações. Homens e mulheres que durante a semana se disfarçam de pessoas contidas, tímidas e pacatas transformam-se em cantores, guerreiros, atletas que ensandecidos emitem todos os tipos de sons e pulam das mais variadas formas.

E em segundos vão da extrema alegria à profunda angústia, e ainda assim se recuperam com o fato de um chute da bola na trave adversária.

Ao final, parece que o movimento se acalma, e então percebo que, na verdade, somente metade das pessoas arrasta-se cabisbaixa de volta aos seus habitat, todo o resto, como veio volta...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Um post sobre futebol (mas não tenha preconceito)


Nas últimas duas semanas tivemos dois acontecimentos do esporte brasileiro:


1) Em 23/11/12 foi realizada a rodada de abertura da Superliga de Volei masculino e feminino 2012/2013.

2) Uma semana depois, em 02/12/12 ocorreu a rodada de encerramento do Campeonato Brasileiro de Futebol 2012.


Quem me conhece um pouco sabe da minha paixão por futebol e muito mais ainda pelo atual campeão brasileiro, nosso querido Fluminense. Mas não quero falar sobre o Flu! 

Gostaria de refletir um pouco sobre os caminhos do esporte coletivo dito bretão, talvez o mais visto e praticado no mundo ocidental (porque concorrer com o badminton dos orientais é até mesmo covardia). Certamente não iremos percorrer todo esse caminho hoje, mas dar alguns passos já pode ser bem importante e prazeroso.

O Campeonato Brasileiro de futebol é um dos mais disputados do mundo, com 20 equipes de alta qualidade, grandes jogadores reconhecidos internacionalmente, times realizando viagens continentais em um curto período de tempo e um sistema de pontos corridos que torna cada rodada uma grande final.

Ao final do torneio, foram aproximadamente...



Nada disso, foram quase 35.000
minutos de futebol!

Ou seja, tanto tempo do melhor futebol do mundo tinha tudo para ser extremamente motivante (veja que eu não digo apaixonante). Entretanto, ver um jogo de futebol nos dias de hoje vem se tornando uma tarefa das mais difíceis. Se nao fossem as narrações apaixonantes de Galvão Bueno e os comentários assertivos e educativos de Casagrande e Arnaldo, creio que não haveria mais público televisivo para o esporte. Ok, fui irônico!

O que temos visto são 90 minutos de jogo, um intervalo apenas, intermináveis minutos de acréscimo e a bola rolando de pé em pé no meio do campo sem oferecer perigo à meta adversária, quase sem emoção a maior parte do tempo...




Acho que agora até você deu uma bocejada (isso que é blog interativo!!!).


Então vou parar de tagarelar um pouco, dar uma pausa e deixar um vídeo dos melhores momentos de uma das melhores partidas do campeonato brasileiro deste ano. Um pouco mais de 4 minutos do melhor visto em 90 minutos de jogo.


Espero que tenham gostado (por motivos pessoais não curti muito). Numa breve análise, se considerarmos que cada jogada foi reprisada uma vez, podemos diminuir o tempo pela metade, o que reduz 90 minutos de futebol em singelos 2 minutos de bom futebol. E todo o resto?

Mas sem muito me aprofundar, considero que seja interessante meu leitor curtir um outro vídeo, mais ou menos com o mesmo tempo de duração do anterior. Esse vídeo apresenta  alguns lances de um dos jogos da rodada de abertura da Superliga Feminina de Vôlei, entre duas das maiores equipes de vôlei feminino do Brasil, com dois grandes técnicos e excelentes jogadoras medalhistas olímpicas.


O objetivo do voleibol é marcar pontos para ganhar sets e ganha a partida quem fizer 3 sets, enquanto o do futebol é fazer gols e ganha a partida quem fizer mais gols.

No primeiro vídeo foram mostrados somente 5 gols. Todos os lances capitais do jogo.

No segundo também foram mostrados somente 5 pontos que foram decisivos de cada set, mas que representam somente 20% dos pontos necessários para uma das equipes conquistar um set.

Sinceramente eu acredito que você já entendeu.

Por hoje encerro aqui, mas prometo que retorno nesse assunto pra conversarmos mais sobre o futuro do futebol, o passado e o presente de outras modalidades esportivas e, principalmente, como essas questões podem ser abordadas em aulas de educação física para todos.

Vou ali assistir a um jogo de...